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“Verônica”, parece ser ótimo!

06/02/2009 0  -

Estou com vonta de ver dois filmes, A Troca e Verônica. O filme brasileiro tem preferência já que sempre que posso estou vendo filmes nacionais e acho que todos deveríam fazer o mesmo, para o incentivo de produções de qualidade como Verônica parece ter!

A história que conta o drama da professora que não tem filhos e começa a defender de todo modo possível um aluno seu, que teve os pais assassinados por traficantes.

Abaixo o texto que fala do filme, que eu retirei do UOL Cinema:

A história homenageia de leve uma outra heroína defensora de crianças, vivida pela atriz Gena Rowlands, em “Glória” (1980), de John Cassavetes. Um enredo que foi, aliás, refilmado numa versão de 1999 do diretor Sidney Lumet, estrelado por Sharon Stone.

Verônica (Andréa) é professora de uma escola pública carioca. Vive em dificuldades financeiras e está solitária. Não tem filhos e há pouco se separou do marido, um policial (Marco Ricca). Sua vida muda radicalmente no dia em que decide levar para sua própria casa um de seus alunos (Matheus de Sá), cujos pais não apareceram para buscá-lo.

Uma reportagem na televisão informa que os pais do garoto foram assassinados, provavelmente por traficantes. Tudo indica que se tratou de uma “queima de arquivo”. Pouco depois, a professora descobre que o menino traz consigo um pen-drive que parece conter informações de alto risco. E os dois são forçados a fugir para salvar a própria pele.

Mesmo hesitando em assumir a proteção do garoto, Verônica compreende logo que é a única chance desta criança de escapar de seus algozes. Entre os quais, diga-se, nem todos são traficantes. Alguns são policiais. Com bastante razão, Verônica não confia nem no próprio ex-marido.

Fugindo de vários perseguidores, Verônica corre pelas ruas do Rio quase como a protagonista do filme alemão “Corra, Lola, Corra” (98), de Tom Tykwer. Com a desvantagem de ter que arrastar consigo o menino, que muitas vezes se mostra meio rebelde. Apesar disso, ela passa a fazer de tudo por ele, num heroísmo de gente comum cavado na urgência e na necessidade de encontrar uma finalidade maior para a própria vida. Uma vida até então monótona e que Verônica atira para o alto, aprendendo a fugir, a mentir e até a pegar em armas, quando preciso.

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