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O que já foi postado em: Noticias

Lusa estreia camisa com realidade aumentada

sábado, 23 janeiro  de  2010  às  12:23

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SÃO PAULO – A Portuguesa de Desportos vai estrear, no Campeonato Paulista, seu terceiro uniforme na cor preta e com recurso de realidade aumentada.

A característica foi desenvolvida pela Penalty – fornecedora de material esportivo da Lusa – e pela grife Cavalera, que desenhou o terceiro uniforme da Portuguesa. O recurso faz parte de um esforço de marketing do clube paulista.

Os torcedores que comprarem a nova camisa da Lusa encontrarão um desenho em formato de L na manga da camisa. Trata-se de um marcador para realidade aumentada.

Em casa, o torcedor deve posicionar o marcador em frente a webcam de seu PC. A imagem gera um script que direciona o usuário para uma página da web com um quiz sobre a Lusa.

O quiz foi desenvolvido pela agência Fri To, especializada em mídias interativas, e terá como conteúdo perguntas sobre a história da Portuguesa. Os torcedores que fizerem mais pontos no jogo, ganham prêmios do clube.

Como a ação promocional visa o relacionamento entre o clube e o torcedor, os prêmios incluem visita aos treinos da Portuguesa, bate-papo com jogadores e até o direito de levar os amigos para jogar no Canindé contra uma equipe de veteranos da portuguesa.

Fonte: info plantão

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YouTube começa a vender filmes por aluguel

quinta-feira, 21 janeiro  de  2010  às  15:35

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SÃO PAULO – Já pensou em alugar filmes no YouTube? Pois a partir de amanhã, isso será possível para os americanos, por menos de cinco dólares por exemplar.

O site de vídeos do Google colocará, nesta sexta-feira, cinco longas-metragens (confira os trailers de todos os filmes aqui) do festival de cinema independente “Sundance” para serem alugados na rede, por meio de pagamento feito via Google Checkout.

As mídias ficarão disponíveis para aluguel até dia 31 de janeiro. Cada filme deverá custar aproximadamente quatro dólares, com validade de 48 horas e sem limite de reprodução por streaming.

Ainda que pareça mais um experimento do que um modelo de negócio, o YouTube sinaliza que disponibilizará, em breve, mais conteúdos exclusivos para locação, sugerindo uma briga direta com Netflix, iTunes e até mesmo Amazon.

“Nas próximas semanas, convidaremos um pequeno grupo de parceiros de outras indústrias para participar desta opção (de aluguel de filmes)”, escreveu a empresa, em comunicado.

Trata-se da segunda nova modalidade de mercado do YouTube anunciada nesta semana. Ontem, o Google informou que, a partir de março, o site de vídeos exibirá, ao vivo, sessenta partidas da principal liga inglesa de críquete.

Em ambos os negócios o YouTube corre atrás de parceiros publicitários para minimizar suas perdas de receita e, enfim, trazer lucro.

De acordo com o Credit Suisse, a perda anual do Google é estimada em 470 mil dólares por ano.

Fonte: info plantão

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Um terço de acessos a notícias vem do Google

quinta-feira, 03 dezembro  de  2009  às  15:11

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SÃO PAULO – Se Rupert Murdoch, dono do grupo NewsCorp, influenciasse a indústria jornalística brasileira a retirar os resultados do Google, suas visitas poderiam ser reduzidas a dois terços do que é hoje.

A premissa vem dos resultados de um estudo feito pela Serasa Experian Hitwise com 60 mil sites do Brasil, que coloca o Google como gerador de 33,86% do tráfego de sites noticiosos.

Pode não parecer muito, mas, comparado com seis meses atrás, o número de acessos a conteúdos jornalísticos pelo maior site de buscas da rede cresceu 17% no país.

A evolução só não foi maior do que o tráfego gerado por redes sociais, segundo a pesquisa; Twitter, orkut, Facebook e outras redirecionaram 17,48% mais tráfego nos últimos sete meses, quando representava 6,85% das visitas totais.

Por outro lado, o que traz uma certa autonomia às empresas produtoras de conteúdo é o fato de que, hoje, 65% dos acessos a páginas noticiosas via Google é feito a partir de palavras relacionadas a marcas e endereços dos próprios sites jornalísticos (como, por exemplo: Folha, Folha de S. Paulo, e etc).

O índice é similar à pesquisa americana que constatou que 62% das entradas pelo Google no site do The Wall Street Journal, de Murdoch, são feitas por palavras ligadas à marca ou ao seu endereço na web (exemplo:  “Wall Street Journal” ou “wsj.com”).

Isso significa, segundo a Serasa Experian Hitwise, que, no mundo, há uma fidelidade dos usuários à marca jornalística. Sendo assim, o “bloqueio de notícias no Google” teria uma perda de tráfego limitada, não tão brusca quanto muitos imaginam.

Motivada por isso, talvez, nesta semana, a News Corp. declarou que não só pretende retirar seu conteúdo dos resultados de pesquisas feitas com o mecanismo do Google, como também está conversando com a Microsoft a respeito de um possível acordo financeiro que desse exclusividade ao seu buscador, Bing.

Muitas outras empresas de mídia estão considerando cobrar pelo acesso ao seu material online, depois de serem afetadas pela diminuição drástica da publicidade dos títulos impressos.

No Brasil, o Grupo Estado, semana passada, declarou publicamente que “vai continuar 100% aberto e grátis”.

Fonte: Plantão Info

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Unicamp oferece cursos virtuais gratuitos

quarta-feira, 02 dezembro  de  2009  às  11:46

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SÃO PAULO – A área de educação a distância da Unicamp oferece mini cursos virtuais gratuitos sobre tecnologia para qualquer pessoa interessada em ampliar seus conhecimentos.

Segundo a instituição, não é preciso fazer inscrição para acessar o conteúdo das aulas. Outra vantagem é que, além de estudar online, ainda é possível baixar arquivos com todo o material do curso.

“Todo o material didático do projeto Mini Cursos Virtuais, desenvolvido pela equipe de Educação a Distância do Centro de Computação da Unicamp, é de uso livre, gratuito e irrestrito, licenciado segundo os termos da licença GNU/FDL (Free Documentation License) criada pela Free Software Foundation”, informa a instituição.

Entre os cursos listados estão o de CSS, Busca na Web, Concurrent version System, Conceitos Básicos sobre videoconferência, Criação de Homepages e tecnologia XML, por exemplo.

Para auxiliar no aprendizado, estão disponíveis ferramentas e glossários que ajudam os estudantes entender os termos utilizados nas apresentações.

Os interesados podem acessar os cursos a partir da página www.ead.unicamp.br/minicurso/.

Fonte: info plantão

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Internet Explorer 9 promete caça à raposa

domingo, 29 novembro  de  2009  às  20:45

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Tanto a Microsoft como a Mozilla vão usar o processador gráfico para acelerar o navegador. Resta saber se quem vai levar a melhor é o caçador ou a raposa.

A Microsoft publicou alguns vídeos sobre o Internet Explorer 9 em seu site Channel 9. Num deles, Dean Hachamovitch, gerente-geral para o Internet Explorer, e sua equipe demonstram o recurso de aceleração por hardware que deverá estar na próxima versão do navegador. Na tela, textos são redimensionados com perfeição de forma quase instantânea. Numa das demonstrações, os mapas do site Bing Maps rolam na tela continuamente como o cenário de um jogo 3D. Nem tudo que é visto numa demonstração se concretiza na vida real. Mesmo assim, o vídeo mostra que poderá haver algum avanço na experiência do internauta.

Cabe perguntar: se os jogos usam aceleração por hardware há tantos anos, por que isso demorou tanto para chegar ao navegador. A turma de Redmond diz que esses recursos não foram implementados antes porque havia barreiras técnicas no caminho. Uma delas é que muitas páginas da web incluem conteúdo cuja apresentação não é controlada pelo browser. Um exemplo são as animações e filmes em Flash. Nesse caso, quem cuida da apresentação é o programa da Adobe. Agora, o grupo teria descoberto como contornar essas barreiras.

O fato é que as APIs (interfaces de programação) que permitem transferir o processamento 2D à placa gráfica são relativamente recentes. A Microsoft tem duas: Direct2D, para gráficos, e DirectWrite, para textos. Ambas estão presentes no Windows 7 e rodam também no Vista (mas não no XP). Além da aceleração por hardware, os planos da Microsoft para o IE9 incluem adesão mais ampla ao padrão HTML5. Também incluem um novo mecanismo de processamento de JavaScript, algo que parece ser uma resposta ao Chrome, geralmente visto como o rei do JavaScript.

Naturalmente, a turma da raposa não está dormindo. Bas Schouten, programador chefe da Mozilla, publicou um artigo em seu blog sobre a aceleração por hardware no Firefox. “Já temos condições de apresentar um Firefox em que a apresentação de páginas será totalmente feita via Direct2D. Ele fará uso intensivo da GPU. Até a interface com os usuários e os menus serão produzidos por ela”, diz Schouten. Ele também fornece algumas comparações de desempenho na apresentação de páginas em nove sites da web, com e sem aceleração por hardware. No Twitter, por exemplo, o tempo para exibir a página caiu para menos da metade com essa tecnologia. Já na Wikipedia não houve ganho significativo.

Outra pergunta óbvia é quando teremos esses novos navegadores. Mas isso ninguém diz com certeza. No caso da Microsoft, a expectativa do mercado é que o Internet Explorer 9 fique pronto em 2011. Christopher Blizzard, evangelista da Mozilla, escreveu no Twitter que ele aposta que o Firefox vai sair antes. Suponho que o Google também esteja desenvolvendo uma versão do Chrome com aceleração por hardware. Mas a turma de Mountain View costuma manter segredo sobre seus planos. E, ao que parece, não vai ser diferente nesta vez.

Fonte: info blogs

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Já mediu sua popularidade no Twitter?

segunda-feira, 23 novembro  de  2009  às  11:49

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CINGAPURA – Você possui seguidores e atualiza regularmente seu microblog, mas já se perguntou qual é sua popularidade no Twitter?

Uma ferramenta online que avalia seus “tuites” pode dar uma resposta.

A consultoria de relações públicas Edelman lançou o TweetLevel (www.tweetlevel.com), uma ferramenta online gratuita que mede a importância de um usuário no popular site de microblog, o quão confiável são suas publicações bem como sua influência.

A ferramenta usa um algoritmo desenvolvido pela agência que leva em conta a quantidade e a qualidade das publicações de até 140 caracteres, e permite aos usuários compararem sua própria importância com a de qualquer um que sigam.

“Diferentemente da maioria dos rankings que olham apenas o número de seguidores de alguém, o TweetLevel apresenta um panorama mais claro de quem é importante dentro desse fórum de influência”, disse em comunicado Jonny Bentwood, chefe de análise estratégica da Edelman, e criador do algoritmo.

A ferramenta dá pontos ao usuário em quatro categorias: quantas pessoas lêem o que ele escreve; quanto seguidores o usuário tem, quão ativamente ele participa e se as pessoas acreditam em nele.

Cada pontuação vai até 100, quanto maior o placar, mais importante é o usuário.

O comunicado afirma que o blogueiro Perez Hilton, o ator de Hollywood Ashton Kutcher e o blog de mídia social Mashable estão entre os placares mais altos produzidos pelo TweetLevel.

Fonte: Plantão Info

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Parede interativa do MIT controla a casa

sexta-feira, 06 novembro  de  2009  às  10:14

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MIT Media Lab

MIT Media Lab

SÃO PAULO – Imagine que, com um simples toque na parede, você poderia ligar a torradeira, o ar condicionado ou controlar a música ambiente.

Passando suas mãos pelos desenhos florais que decoram a sua casa, você ainda seria capaz de ligar e desligar as lâmpadas (sem interruptores). Não precisa mais imaginar porque uma equipe do Massachusetts Institute of Technology já fez isso por você.

O projeto Living Wall, ou Parede Viva, foi criado pela equipe da professora Leah Buechley como uma maneira bela e não-invasiva de rechear os ambientes com tecnologia. Ela lidera o grupo chamado de High-Low Tech, no MIT Media Lab.

A parede interativa pode ser programada para monitorar seu entorno e controlar equipamento eletrônicos utilizando materiais bastante simples e baratos em sua construção.

Entre as camadas de papel de parede ficam lâminas de aço. A estrutura é recoberta com uma camada de tinta acrílica repleta de partículas de ferro (a tinta magnética); sobre ela, são pintados os motivos usando uma tinta condutora, que contém cobre.

Os padrões formam circuitos pelos quais sensores de luz e outros elementos podem ser conectados. O papel e a tinta recebem então o kit de computação desenvolvido no MIT, com sensores, lâmpadas, interfaces de rede e decorações interativas.

A Parede Viva utiliza, por exemplo, sensores de temperatura, brilho e toque, além de LEDs e Bluetooth para controlar os aparelhos. A intenção do projeto é demonstrar como é possível realizar algo aparentemente complexo com elementos simples e bastante baratos (se comparados a outros protótipos de “paredes vivas” já existentes).

Apesar de a intenção inicial não ser comercializa, já dá para ter mil e uma ideias de aplicação desse sistema em uma casa… não?

Fonte: Plantão Info

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Imprimiu? Retire a tinta e reutilize o papel

quarta-feira, 28 outubro  de  2009  às  13:27

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SÂO PAULO – Experimento da Universidade de Cambridge conseguiu remover tinta suficiente de um papel para que ele pudesse ser novamente utilizado para impressão.

Thomas A. M. Counsell e Julian M. Allwood, do departamento de engenharia, decidiram estudar uma maneira de minimizar o impacto ambiental da reciclagem do papel de escritório. Uma das melhores formas de se fazer isso é permitir que o papel, que antes seria jogado fora, seja imediatamente reutilizável.

O ponto de partida do estudo foram investigações anteriores, inclusive de outros pesquisadores, a respeito do uso de solventes para remover do papel a tinta preta usado nas impressoras. Existem, basicamente, três processos já testados: uso de solvente, esfregação e agitação ultrassônica.

A imersão em solventes retira somente 10% do pigmento. No entanto, quando combinada com a esfregação, a remoção chega a 50%. Por fim, se essas duas etapas forem unidas à agitação ultrassônica, a taxa chega a 80%.

Ao combiná-las, misturando diferentes solventes, os pesquisadores conseguiram melhorar o papel a ponto dele se tornar reutilizável – apesar de ser distinguido de um novo.

Eles descobriram que encharcar o papel impresso em uma mistura de 60% dimetil sulfóxido e 40% clorofórmio e aplicar agitação ultrassônica por quatro minutos resulta em um papel que pode ser rapidamente reimpresso.

A reutilização de papel pode se mostrar um ponto importante na redução do consumo mundial. Segundo dados da Aracruz, parte da maior empresa de celulose do mundo, cada brasileiro consome 39,5 quilos de papel por ano. Nos Estados Unidos, são 300 quilos por pessoa, sendo que a média mundial é de 56 quilos ao ano.

Apesar dos bons resultados, a pesquisa ainda precisa ser validada em outros tonners e tipos de papel. Além disso, são necessárias mais análises para investigar outros aspectos, como a segurança do método, a influência da temperatura e as implicações econômicas e ambientais.

O estudo foi publicado na Proceedings of the Royal Society A.

Fonte: info plantão

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Bing faz acordo com Twitter e inaugura site

quarta-feira, 21 outubro  de  2009  às  18:03

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bing_twitter

SÃO PAULO – O buscador da Microsoft, Bing, estreou há poucos minutos sua pesquisa em tempo real feita em parceria com o Twitter.

O projeto é fruto de uma parceria anunciada hoje, na Web 2.0 Summit, que acontece na cidade americana de São Francisco, Califórnia.

Em essência, a página mostra o que é mais citado no serviço de microblogs, presente no Trending Topics, e apresenta conteúdos noticiosos relacionados de maior relevância.

Citando um exemplo presente, nesta tarde, o time Real Madrid figura entre os dez artigos mais escritos no Twitter. Deste modo, na nova página Bing.com/Twitter, aparecem, além do tópico, links para acompanhar a partida entre a equipe espanhola e o Milan pela Copa dos Campeões da Europa.

O mesmo vale para os outros vinte tópicos “mais quentes” do Twitter, contidas em uma nuvem de tags.

Os detalhes financeiros do acordo não foram passados pelas empresas.

Fonte: info plantão

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Brasileiro paga a mais por luz há 7 anos; consumidores perdem R$ 1 bi por ano

domingo, 18 outubro  de  2009  às  12:19

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Os consumidores brasileiros pagam R$ 1 bilhão a mais por ano pela energia elétrica devido a um erro no cálculo das tarifas aplicadas nas contas de luz. A falha se repete desde 2002, período durante o qual pode ter sido sacado do bolso do consumidor uma cifra estimada em R$ 7 bilhões, revela reportagem de Agnaldo Brito publicada na edição deste domingo na Folha.

O governo sabe do problema há dois anos, mas não fez nada para resolvê-lo. Todos os consumidores regulares das concessionárias de energia elétrica têm prejuízo. Atualmente, o Brasil tem 63 milhões de ligações distribuídas em 63 companhias no país.

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), responsável pelos cálculos, admite que o erro faz o consumidor pagar valores indevidos às concessionárias desde 2002, mas diz que não pode exigir ressarcimento.

“[Ficar com o dinheiro] é eticamente discutível, mas isso que as distribuidoras estão fazendo é o que legalmente está constituído. Nós temos plena certeza que esse é um dinheiro que não pertence à distribuidora”, diz David Antunes Lima, superintendente de regulação econômica da Aneel.

Quem é assinante UOL pode ler a matéria completa, clicando aqui.

Fonte: Folha Online

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