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	<title>blog do Kadu &#187; ambiente</title>
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		<title>Imprimiu? Retire a tinta e reutilize o papel</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 15:27:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kadu</dc:creator>
				<category><![CDATA[conteudo]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[impressão]]></category>
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		<description><![CDATA[SÂO PAULO – Experimento da Universidade de Cambridge conseguiu remover tinta suficiente de um papel para que ele pudesse ser novamente utilizado para impressão. Thomas A. M. Counsell e Julian M. Allwood, do departamento de engenharia, decidiram estudar uma maneira de minimizar o impacto ambiental da reciclagem do papel de escritório. Uma das melhores formas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>SÂO PAULO – Experimento da Universidade de Cambridge conseguiu remover tinta suficiente de um papel para que ele pudesse ser novamente utilizado para impressão.</p>
<p>Thomas A. M. Counsell e Julian M. Allwood, do departamento de engenharia, decidiram estudar uma maneira de minimizar o impacto ambiental da reciclagem do papel de escritório. Uma das melhores formas de se fazer isso é permitir que o papel, que antes seria jogado fora, seja imediatamente reutilizável.</p>
<p>O ponto de partida do estudo foram investigações anteriores, inclusive de outros pesquisadores, a respeito do uso de solventes para remover do papel a tinta preta usado nas impressoras. Existem, basicamente, três processos já testados: uso de solvente, esfregação e agitação ultrassônica.</p>
<p>A imersão em solventes retira somente 10% do pigmento. No entanto, quando combinada com a esfregação, a remoção chega a 50%. Por fim, se essas duas etapas forem unidas à agitação ultrassônica, a taxa chega a 80%.</p>
<p>Ao combiná-las, misturando diferentes solventes, os pesquisadores conseguiram melhorar o papel a ponto dele se tornar reutilizável &#8211; apesar de ser distinguido de um novo.</p>
<p>Eles descobriram que encharcar o papel impresso em uma mistura de 60% dimetil sulfóxido e 40% clorofórmio e aplicar agitação ultrassônica por quatro minutos resulta em um papel que pode ser rapidamente reimpresso.</p>
<p>A reutilização de papel pode se mostrar um ponto importante na redução do consumo mundial. Segundo dados da Aracruz, parte da maior empresa de celulose do mundo, cada brasileiro consome 39,5 quilos de papel por ano. Nos Estados Unidos, são 300 quilos por pessoa, sendo que a média mundial é de 56 quilos ao ano.</p>
<p>Apesar dos bons resultados, a pesquisa ainda precisa ser validada em outros tonners e tipos de papel. Além disso, são necessárias mais análises para investigar outros aspectos, como a segurança do método, a influência da temperatura e as implicações econômicas e ambientais.</p>
<p>O estudo foi publicado na <a href="http://rspa.royalsocietypublishing.org/content/early/2009/09/21/rspa.2009.0144.abstract?sid=88e0048e-1e39-4747-bab6-65b1f909233e">Proceedings of the Royal Society A</a>.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://info.abril.com.br/noticias/tecnologias-verdes/imprimiu-retire-a-tinta-e-reutilize-o-papel-28102009-10.shl" target="_blank">info plantão</a></p>

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		<title>Madeira líquida pode substituir o plástico?</title>
		<link>http://www.kdsg.com.br/blog/madeira-liquida-pode-substituir-o-plastico</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Feb 2009 12:43:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kadu</dc:creator>
				<category><![CDATA[conteudo]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[info online]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>

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		<description><![CDATA[SÃO PAULO – O dilema sobre o uso embalagens plásticas segue na indisposição do mercado. Há pouco mais de quarenta anos, seres humanos sabem que tais produtos degradam o ambiente, porém, são os mais baratos. Algumas tentativas para substituir o composto não-biodegradável e, por vezes, tóxico, foram em vão nos últimos anos pelo altíssimo custo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>SÃO PAULO – O dilema sobre o uso embalagens plásticas segue na indisposição do mercado. Há pouco mais de quarenta anos, seres humanos sabem que tais produtos degradam o ambiente, porém, são os mais baratos.</p>
<p>Algumas tentativas para substituir o composto não-biodegradável e, por vezes, tóxico, foram em vão nos últimos anos pelo altíssimo custo e baixa qualidade, mas agora, pesquisadores da Alemanha e até do Brasil garantem que a solução amiga da natureza está na chamada ‘madeira líquida’.</p>
<p>Ou ainda, <em>Arboform</em>, como o Instituto de Tecnologia Química e a companhia Tecnaro, ambas relacionadas à organização de pesquisa alemã Fraunhofer-Gesellschaft, batizaram o invento. A vantagem do achado, dizem os cientistas, é que pode ser moldado como o plástico e é biodegradável. <span id="more-266"></span></p>
<p>Ele é obtido a partir da mistura de madeira à base de lignina (encontrado nas plantas terrestres, é um polímero natural que representa 30% da substância de cada árvore ou de cada planta de madeira) e pode ser misturado com linho, cânhamo (fibra que se obtém a partir da Cannabis), fibras de madeiras e outros aditivos.</p>
<p>A solução se torna rentável, pois a lignina é um dos três componentes principais da indústria de celulose de madeira e que não é necessária para a fábrica do papel. Misturado com fibra ou cera, então, o material produz um granulado que pode ser derretido e moldado.</p>
<p>O Brasil, por ter natureza privilegiada, foi um dos primeiros países a contar com a madeira líquida (ou resina injetável à base de madeira), com operações da Tecnaro desde 2004. Alguns produtos como painéis de carros, eletro-eletrônicos, cosméticos e outros bens-duráveis já contam com a nova tecnologia química.</p>
<p>Segundo a Tecnaro, as indústrias de termoplásticos não precisariam mudar seus equipamentos para explorar a lignina e moldar os produtos, pois pode ser colocada na mesma posição de processamento de plástico, mas com a madeira quente.</p>
<p>Apesar dos benefícios ambientais, como a possibilidade de não acumular CO2 na atmosfera em um ciclo fechado, algumas produções em larga escala ainda não compensam para o mercado ´viciado´ no plástico, de acordo com Alberto Rejtman, responsável pela Tecnaro no Brasil: “Em algumas aplicações pode substituir o plástico sim, noutras não devido ao alto custo”.</p>
<p>Em resposta ao título da notícia, talvez, a melhor resposta seria um “ainda não”. Porém, com a expansão da tecnologia, os novos experimentos e o aumento da consciência ambiental, a situação pode ser mais favorável em um futuro próximo.</p>
<p>“Nosso objetivo a médio prazo é armar uma unidade de fabricação no Brasil adaptando a formulação com insumos nacionais”, diz Alberto, em uma proposta que poderia aumentar o custo-benefício da aplicação.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/022009/18022009-3.shl" target="_blank">Info Online</a></p>

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