TAIPEI – O Google planeja lançar seu sistema operacional Chrome “no final do ano,” disse um importante executivo da empresa nesta quarta-feira, para reforçar a competição contra a rival Microsoft e seu Windows.
O sistema Chrome será projetado inicialmente para funcionar em laptops, disse Sundar Pinchai, diretor do projeto Chrome, a jornalistas, durante a feira de computação Computex.
“Seremos seletivos quanto à maneira pela qual chegaremos ao mercado porque desejamos propiciar uma ótima experiência ao usuário,” disse. “Estamos pensando tanto em termos de hardware quanto de software.”
O Google busca desafiar o domínio do sistema operacional Windows, que é utilizado em mais de 90 por cento dos computadores pessoais.
Na quinta-feira, a Microsoft se mostrou indiferente aos esforços do Google para desenvolver um sistema operacional de fonte aberta, afirmando que os criadores de software teriam de criar outras versões dos mesmos aplicativos para diferentes marcas.
Pichai contestou a alegação, afirmando que a semelhança no núcleo básico significaria que as empresas de software não precisariam desenvolver uma nova versão para o Chrome.”O Chrome OS é um dos poucos futuros sistemas operacionais para os quais já existem milhões de aplicativos funcionais,” disse Pichai. “Não é preciso mudar o projeto do Gmail para que ele funcione com o Chrome. O Facebook não precisa criar um aplicativo novo para o Chrome”, disse ele.
O software de fonte aberta permite que empresas de tecnologia como a Acer desenvolvam versões próprias do sistema utilizando um esqueleto fornecido pelo Google, atendendo suas necessidades próprias.
O sistema operacional Chrome terá como peça central um navegador para Web, e todo o software, incluindo aplicativos sofisticados como os usados para edição de fotos e vídeos, será armazenado em servidores externos, a chamada computação em nuvem.
“Antecipamos que uma geração de aplicativos, entre eles os jogos, funcione a partir do navegador,” disse Pichai.
Que tal poder deixar a aparência do Google Reader mais agradável, menos aglomerada ou apenas dar uma mudada? Pois se você é um dos que cansaram de ver o Google Reader como a imagem abaixo, eu tenho uma dica muito legal.
Pois o responsável para deixar o layout clássico desse serviço do Google, que me dei conta de não ter mais o que fazer na internet sem ele, é a extensão para Firefox ou Google ChromeFeedly. Ele organiza seus feeds como, ao meu ver, a página inicial de um pequeno portal com destaques, links de acesso rápido, últimos posts e por aí vai.
Esse plugin para mim está sendo como o Twitter, pois venho pensando: “Como eu conseguia ler meu feeds sem ele?” Abaixo um print do complemento:
feedly organizes your favorite sites into a fun, magazine-like start page.
Quem me falou desse “treco” sensacional foi a minha namorada @deboradom.
PS: Sim, meus feeds estão em mais de 1000 itens, fazer o quê?
SÃO PAULO – Se Rupert Murdoch, dono do grupo NewsCorp, influenciasse a indústria jornalística brasileira a retirar os resultados do Google, suas visitas poderiam ser reduzidas a dois terços do que é hoje.
A premissa vem dos resultados de um estudo feito pela Serasa Experian Hitwise com 60 mil sites do Brasil, que coloca o Google como gerador de 33,86% do tráfego de sites noticiosos.
Pode não parecer muito, mas, comparado com seis meses atrás, o número de acessos a conteúdos jornalísticos pelo maior site de buscas da rede cresceu 17% no país.
A evolução só não foi maior do que o tráfego gerado por redes sociais, segundo a pesquisa; Twitter, orkut, Facebook e outras redirecionaram 17,48% mais tráfego nos últimos sete meses, quando representava 6,85% das visitas totais.
Por outro lado, o que traz uma certa autonomia às empresas produtoras de conteúdo é o fato de que, hoje, 65% dos acessos a páginas noticiosas via Google é feito a partir de palavras relacionadas a marcas e endereços dos próprios sites jornalísticos (como, por exemplo: Folha, Folha de S. Paulo, e etc).
O índice é similar à pesquisa americana que constatou que 62% das entradas pelo Google no site do The Wall Street Journal, de Murdoch, são feitas por palavras ligadas à marca ou ao seu endereço na web (exemplo: “Wall Street Journal” ou “wsj.com”).
Isso significa, segundo a Serasa Experian Hitwise, que, no mundo, há uma fidelidade dos usuários à marca jornalística. Sendo assim, o “bloqueio de notícias no Google” teria uma perda de tráfego limitada, não tão brusca quanto muitos imaginam.
Motivada por isso, talvez, nesta semana, a News Corp. declarou que não só pretende retirar seu conteúdo dos resultados de pesquisas feitas com o mecanismo do Google, como também está conversando com a Microsoft a respeito de um possível acordo financeiro que desse exclusividade ao seu buscador, Bing.
Muitas outras empresas de mídia estão considerando cobrar pelo acesso ao seu material online, depois de serem afetadas pela diminuição drástica da publicidade dos títulos impressos.
No Brasil, o Grupo Estado, semana passada, declarou publicamente que “vai continuar 100% aberto e grátis”.
SÃO PAULO – O Google iniciou a mudança no design dos logotipos de seus serviços, informou a vice-presidente do gigante das buscas, Marissa Mayer.
O objetivo, segundo a execitiva, é padronizar o layout de todos os seus serviços online, com a marca Google sempre postada à esquerda e o nome da ferramenta, em azul e letras minúsculas, do lado direito. “Hoje os logos aparecem em muitos locais e tamanhos diferentes em nossos sites. Os novos modelos são padronizados para ser o mesmo tamanho e cor, onde quer que elas apareçam”, afirma Marissa no blog oficial do Google.
A executiva afirma que a nova disposição dos logos também facilita a identificação dos serviços do Google em países em que a leitura é feita da direita para a esquerda, como é o caso do árabe.
Por enquanto, serviços como Google Code e Google Labs já ganharam o novo design em seus logos. Nas próximas semanas, a mudança deve ser estendida a outras ferramentas mais utilizadas, como Google Maps, Google News e Google Docs.
Apesar da enxurrada de propagandas em sites e de downloads “casados” com outros produtos do Google, até agora o Google Chrome não fez sucesso. Mas isso vai mudar.
Em um passado não muito distante, o Google afirmou que o Chrome passaria a suportar extensões de terceiros. Pois então: isso já virou realidade. A imagem acima, aliás, é um retrato do primeiro complemento produzido para o navegador de Larry Page e Sergey Brin. O pequeno programa não faz nada de especial: apenas troca o logo do site do Google pela imagem que você escolher. Serve, no entanto, para demonstrar que a briga vai começar a ficar feia.(mais…)